
Em algum lugar do passado
Pânico
O coração dispara de forma assustadora,
O suor lava minhas mãos e minha roupa,
Minha boca esta seca, a visão ensaia minha despedida.
Diante de min um espelho perdido em minha mente,
A minha volta pessoas que não existem mais,
Desesperado tento chamar alguém, mas não ha ninguém que possa me escutar.
Tento correr pra algum lugar seguro, vc esta dentro de min.
Meus olhos não vêem mais nossa realidade, estou diante de alguém que não conheço.
Meu espelho quebrado em 7 partes, remonta a figura de um estranho.
--Pq me atormenta dessa maneira? Vê, Não fui eu que te fiz mal.
Deixe-me caminhar em paz.
De algoz a vitima.
Trancado no meu lugar escuro, respirando o mofo da umidade em meu coração.
Escarnecido pela presença soturna do passado ao nascer do sol.
Entro no agradável desespero da passagem que transcende minha existência aqui.
--Não quero te matar, nem machucar seu corpo,
Quero que toque seu orgulho, com a maior dor que a humilhação pode lhe causar.
Destruir seus sonhos com própria prepotência que te pulsa os olhos exibir.
Falta de ar, meu coração acelera, o medo pede espaço, a visão já se turva com a luz do sol. Já não sinto meus pés, p... Pe... Perdoe...


